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Uma pandemia e o mundo em transformação!

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Uma pandemia e o mundo em transformação!

Em 2019, nos deparamos com o surgimento de um vírus que desestabilizou o Brasil e o mundo, resultando em uma pandemia que acarretou consequências sanitárias, sociais e econômicas em grande escala.

O novo coronavírus, conhecido como SARS-CoV-2, chegou sem conhecimentos sobre sua imunidade no corpo humano, quais consequências poderiam causar, sem vacina ou qualquer outro tratamento que pudesse atenuar os efeitos sobre as pessoas.

Diante do desconhecido e sem muitos recursos iniciais para combater a Covid-19, a doença se alastrou rapidamente.

A cada dia, muitas vidas eram ceifadas para o desconhecido, o vírus sem atenuantes anteriores, portanto sem um protocolo prévio de atuação.

O planeta viu-se refém de um vírus que colocou em risco a saúde pública de todos os países a partir do alto poder de contaminação e da rápida disseminação de contágio por todo o mundo.

Os sistemas de saúde ficaram sobrecarregados em função do impacto da doença, mesmo os países mais desenvolvidos, que contam com serviços médicos de excelência, foram obrigados a procurar alternativas para atender a população.

Definitivamente, nem o corpo médico estava preparado e equipado para uma demanda de tamanha plenitude e sem expectativa de fim.

Além das causas da enfermidade, como fadiga, cansaço, perda de paladar e olfato, falta de ar, fibrose pulmonar ou nos rins e dores de cabeça, há as sequelas pós-doença, como perda óssea e de memória, fraqueza muscular, dificuldade de concentração, de raciocínio e na linguagem, insônia, depressão, ansiedade e piora das doenças preexistentes (hipertensão, queda de cabelo, falta de apetite, risco de trombose, dores abdominais, dificuldade de urinar e outras).

O isolamento social da população, como uma das medidas para conter a transmissão da Covid, acompanhado de mudanças de hábito e de estilos de vida causaram o que chamamos de doenças comportamentais.

Podemos citar, como exemplo, o aumento do tabagismo, do alcoolismo, consumo excessivo de alimentos processados e de alto teor calórico, como batatas fritas, sorvetes, chocolates, refrigerantes, pipoca.

Por outro lado, as pessoas diminuíram as atividades físicas, uma vez que precisaram ficar restritas ao espaço residencial, aumentando, assim, o sedentarismo e a obesidade.

Por todos os fatores descritos, a procura por assistência médica cresceu muito desde 2020, quando a doença de fato se tornou pandemia, causando um caos mundial. E o resultado disso?

O sistema de saúde, seja público ou privado, não suportou a demanda por atendimentos médicos e colapsou.

Foi aí que entrou em ação a telemedicina, ou seja, o atendimento e monitoramento virtual a pacientes chegou como alternativa para dar apoio à medicina tradicional.

E o que é a telemedicina?

A telemedicina é o atendimento a distância, com recursos tecnológicos que permitem que o paciente seja atendido sem ter que ir até um consultório médico.

Sem precisar do deslocamento, as consultas tornam-se muito mais rápidas, pode-se compartilhar, com segurança e qualidade, exames, laudos e diagnósticos, além de descongestionar as clínicas e hospitais.

Ademais, o paciente pode ser atendido em qualquer lugar do Brasil ou do mundo, a qualquer hora, bastando apenas que tenha acesso à internet, utilizando um computador ou qualquer dispositivo móvel, como tablets e smartphones.

A telemedicina contribui tanto na prevenção, quanto no diagnóstico, monitoramento e tratamento de doenças, na pesquisa, educação e promoção da saúde.

E se você acha que essa é uma prática nova, engana-se! A telemedicina já é praticada desde a década de 1950 no Canadá, nos Estados Unidos e em países da Europa, que utilizavam a televisão para se comunicarem com os pacientes.

Hoje, com os avanços tecnológicos que temos nos meios de comunicação e com a Inteligência Artificial (IA), a telemedicina é uma realidade que veio para ficar.

O próprio Ministério da Saúde já considera a e-Saúde (promoção da saúde por meio da internet) uma realidade para “aumentar a qualidade e aumentar o acesso à atenção à saúde”.

No Brasil, o uso dessa prática surgiu em 2002, sendo regulamentada pela Resolução nº 1.643 do Conselho Federal de Medicina – CFM, mas apenas para os casos de emergência ou suporte médico.

Foi em função da Covid que ganhou força, provocando os poderes públicos a legalizarem o uso da telemedicina durante o período da pandemia causada pelo coronavírus (SARS-CoV-2).

A Lei 13.989, publicada em 15 de abril de 2020, legaliza o uso da telemedicina em casos emergenciais, enquanto durar a crise da Covid, devendo seguir os mesmos padrões de qualidade das consultas presenciais.

Então, a telemedicina pode acabar após a crise do SARS-CoV-2?

Veja bem! Quando falamos em avanço tecnológico e modernidade, não temos como retroceder em algo que vem sendo eficaz e melhorando a qualidade de vida das pessoas.

Além disso, quem passou pela experiência de fazer uma consulta médica de forma remota, não vai querer abrir mão dessa comodidade e conforto.

Pensando nisso, o CFM já está se mobilizando para determinar normas mais abrangentes e definitivas para a telemedicina, com um viés moderno, alinhado às novas tendências mundiais de serviços de saúde a distância e tecnologias de ponta.

Com o intuito de antecipar esse futuro promissor e oferecer uma telemedicina humanizada, a Doutor Acesso surge para facilitar a vida de todos aqueles que desejam assistência médica 24 horas, 7 dias por semana, com médicos renomados e atendimento de excelência.

E o melhor: com valor de investimento acessível a quem não pode dispor de um plano de saúde, mas quer manter um atendimento diferenciado por meio de videoconsultas realizadas por aplicativo no celular, aproveitando a modernidade que as tecnologias da comunicação e informação (TICs) podem nos proporcionar.

Telemedicina é um caminho sem volta!

É a possibilidade de buscar os melhores atendimentos em qualquer lugar, dispondo dos cuidados com os excelentes especialistas, reduzindo o tempo de deslocamento e de espera e facilitando a realização de exames e o acesso a laudos e diagnósticos.

Com certeza, é uma prática consolidada que chegou para ficar e mostrou que a medicina não se faz só presencialmente e que pode ser eficiente e eficaz a distância, desde que conte com profissionais habilitados e comprometidos com a saúde.